Diário do Eletroposto · Capítulo 3

Chegou a hora de buscar conhecimento

IA, Google, fornecedores, cursos e eventos presenciais.

Com o contrato assinado e o engenheiro alinhado, eu não fazia ideia de como funcionava metade das coisas que apareciam nas conversas. Autotransformador, cabos, proteções, tipos de carregador, comunicação com a plataforma. Percebi que, se eu não me educasse, ia depender 100% dos outros e pagar caro por isso.

A primeira ferramenta que usei foi a inteligência artificial. Pedi explicações, pedi para simplificar termos técnicos, pedi exemplos. A IA não substitui um profissional, mas me ajudou a não chegar completamente perdido nas reuniões. Depois fui para o Google: artigos, vídeos, o básico de como um eletroposto funciona.

Mas o que mais ajudou foi conversar com fornecedores de equipamentos. Eu ligava, perguntava como funcionava cada peça, pedia para explicarem do zero. Foi assim que aprendi o que era um autotrafo, para que servia e quando era necessário.

Comparando as fontes de conhecimento

FonteMelhor paraLimitação
Inteligência artificialTraduzir termos técnicos rapidamenteNão conhece a realidade do seu ponto
Google / vídeosVisão geral e referênciasMuito conteúdo genérico e desatualizado
FornecedoresDetalhes de equipamentoViés comercial
Curso onlineBase estruturadaPouca prática de operação
Evento presencialNúmeros reais e networkingExige iniciativa para puxar conversa

Nesse meio tempo, fiz um curso que vi num anúncio no Instagram e aprendi bastante. Depois fui a um evento presencial de mobilidade elétrica, e isso foi outro nível: ver quem já estava no mercado, trocar ideia, ouvir problemas reais. Conto mais sobre esse evento no próximo capítulo.

A lição: ninguém nasce sabendo. Quanto mais fontes você tiver, mais confiança vai ter para decidir e conversar de igual para igual com quem executa o projeto.

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