Mandei uma proposta para um posto de gasolina que já tinha carregador. O dono respondeu que gostou, que ainda vamos fazer negócio no futuro — mas que, por ora, como eu ainda não tenho experiência prática, prefere seguir com a empresa que já está operando e fazendo as coisas com ele.
O critério dele não foi preço nem equipamento: foi histórico. Quem já tem um eletroposto no ar, cobrando e funcionando, carrega menos risco do que quem chega com uma proposta no papel.
Por isso a dica é: teste, coloque algo funcionando e validado pelo mercado. Um eletroposto operando se explica sozinho — e fica muito mais fácil iniciar os próximos negócios.
E depois de um não? Continue buscando. Prepare uma apresentação e uma proposta padrão para enviar a outros lugares, focada em carregadores rápidos mais baratos: o investimento inicial fica baixo, o ponto ganha faturamento e você acumula o histórico que ainda não tem.
